Caso Tibi vs. Equador (2004)

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Corte IDH — Caso contencioso · Equador · Sentença: 2004 · Macrotema: Prisão preventiva e liberdade pessoal · Resumo gerado por IA.

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TESE FIXADA

Preventiva de 28 meses + tortura para obter confissão. Excepcionalidade e proporcionalidade da prisão cautelar; dever de investigar tortura de ofício; direito à informação sobre assistência consular; devolução de bens apreendidos.

DISPOSITIVOS E STANDARDS APLICADOS

  • Art. 7 - Liberdade
  • Art. 5 - Tortura
  • Art. 8 - Garantias
  • Art. 21 - Propriedade
  • Assistência Consular

OS FATOS

Daniel Tibi, francês, ficou 28 meses em prisão preventiva por suposto tráfico, sofreu sessões de tortura para confessar e teve bens apreendidos sem devolução. Sentença de 2004.

ARGUMENTAÇÃO ACOLHIDA PELA CORTE

A preventiva é a medida mais severa e deve ser excepcional, limitada pelos princípios da legalidade, presunção de inocência, necessidade e proporcionalidade. Tortura sob custódia impõe dever de investigar de ofício.

FUNDAMENTOS DA DECISÃO

Tibi: preventiva excepcional e proporcional; tortura sob custódia (agulhas, queimaduras) violou o Art. 5 e a Convenção Interamericana contra a Tortura; estrangeiro detido tem direito à assistência consular!

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