Caso Chacina do Tapanã — Cley Mendes e outros vs. Brasil (2025)

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Corte IDH — Caso contencioso · Brasil · Sentença: 2025 · Macrotema: Racismo e discriminação estrutural · Resumo gerado por IA.

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TESE FIXADA

A Corte IDH condenou o Brasil (nov/2025) pela morte de três jovens afrodescendentes em Belém (1994). A discriminação estrutural (raça, pobreza e território) influenciou o processo. A promotora violou a presunção de inocência. Os "autos de resistência" são inconvencionais. O Estado deve reformar a lei para investigações independentes de violência policial.

DISPOSITIVOS E STANDARDS APLICADOS

  • Art. 4 da CADH - Direito à Vida
  • Art. 8.2 da CADH - Presunção de Inocência
  • Art. 19 da CADH - Direitos da Criança
  • Art. 24 da CADH - Igualdade
  • Art. 1.1 da CADH - Não Discriminação
  • Discriminação Estrutural Racial

OS FATOS

Em 1994, três jovens afrodescendentes (Max, Marciley e Luiz Fábio) foram mortos por policiais no Bairro do Tapanã, Belém. No julgamento, a acusação chamou as vítimas de "ladrões" e "assassinos", usando estereótipos raciais.

ARGUMENTAÇÃO ACOLHIDA PELA CORTE

Denunciar o uso de estereótipos negativos e a violação da presunção de inocência. Exigir o controle de convencionalidade sobre os "autos de resistência" e afirmar o dever de investigação independente, especialmente com vítimas crianças/adolescentes (Art. 19 CADH).

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