Caso Brítez Arce vs. Argentina (PRIMEIRO sobre Violência Obstétrica!)

Argentina2023genero

Corte IDH — Caso contencioso · Argentina · Sentença: 2023 · Macrotema: Gênero e direitos reprodutivos · Resumo gerado por IA.

→ Tese fixada · → Dispositivos · → Fatos · → Argumentação acolhida · → Fundamentos

TESE FIXADA

PRIMEIRO caso da Corte IDH sobre violência obstétrica! A Corte (sentença comunicada em jan/2023) definiu violência obstétrica como violência de gênero. Cristina Brítez Arce morreu no Hospital Público Ramón Sardá após gravidez de risco não tratada adequadamente. O Estado tem dever reforçado com gestantes.

DISPOSITIVOS E STANDARDS APLICADOS

  • Art. 26 da CADH - Direitos Econômicos, Sociais e Culturais
  • Art. 4 - Direito à Vida
  • Art. 5 - Integridade Pessoal
  • Art. 7 da Convenção de Belém do Pará
  • Violência Obstétrica = Violência de Gênero

OS FATOS

Cristina Brítez Arce, com 38 anos de idade e 40 semanas de gestação, foi ao Hospital Público Ramón Sardá onde descobriu que o feto estava morto. Internada para induzir o parto, morreu no mesmo dia por parada cardiorrespiratória. A Corte IDH (sentença comunicada em 18/01/2023) condenou a Argentina, definindo a violência obstétrica como violência baseada no gênero.

ARGUMENTAÇÃO ACOLHIDA PELA CORTE

Invocar o dever de cuidado reforçado do Estado com pessoas grávidas e a obrigação de garantir parto humanizado, livre de violência e com acesso a cuidados obstétricos de emergência, conforme o Art. 26 da CADH e o Art. 7 da Convenção de Belém do Pará.

LEGISLAREI · Criado por @defensorarei. Conteúdo legal proveniente de planalto.gov.br