Caso Artavia Murillo vs. Costa Rica (2012)

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Corte IDH — Caso contencioso · Costa Rica · Sentença: 2012 · Macrotema: Gênero e direitos reprodutivos · Resumo gerado por IA.

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TESE FIXADA

Proibição total da FIV inconvencional. O embrião não é pessoa para o Art. 4.1; "concepção" = implantação; proteção da vida pré-natal é gradual e incremental. Direitos reprodutivos integram a vida privada e familiar (Arts. 11.2 e 17.2).

DISPOSITIVOS E STANDARDS APLICADOS

  • Art. 4.1 - Vida (interpretação)
  • Art. 11.2 - Vida Privada
  • Art. 17.2 - Família
  • Direitos Reprodutivos

OS FATOS

A Costa Rica proibiu totalmente a fertilização in vitro, impedindo casais inférteis de terem filhos. Discutiu-se o alcance da proteção da vida "em geral, desde a concepção" do Art. 4.1 da CADH. Sentença de 2012.

ARGUMENTAÇÃO ACOLHIDA PELA CORTE

Proteção Gradual e Incremental — O embrião não é "pessoa" para o Art. 4.1: a proteção da vida pré-natal é gradual e incremental, não absoluta. A proibição total da FIV violou a vida privada e familiar, os direitos reprodutivos e a integridade pessoal.

FUNDAMENTOS DA DECISÃO

Artavia Murillo: "concepção" para a CADH ocorre com a IMPLANTAÇÃO do embrião; a proteção da vida pré-natal é gradual e não anula outros direitos. Decisão de ter filhos = autonomia reprodutiva protegida!

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