Caso Almonacid Arellano vs. Chile (2006)

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Corte IDH — Caso contencioso · Chile · Sentença: 2006 · Macrotema: Sistema interamericano e controle de convencionalidade · Resumo gerado por IA.

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TESE FIXADA

Marco do CONTROLE DE CONVENCIONALIDADE: o Judiciário interno deve, ex officio, afastar normas contrárias à CADH considerando a interpretação da Corte IDH. Autoanistia de crimes contra a humanidade carece de efeitos jurídicos; tais crimes são imprescritíveis.

DISPOSITIVOS E STANDARDS APLICADOS

  • Controle de Convencionalidade
  • Arts. 1.1 e 2 da CADH
  • Arts. 8 e 25 - Garantias e Proteção Judicial

OS FATOS

O professor Luis Almonacid Arellano foi executado pela polícia em 1973, dias após o golpe. O Decreto-Lei de Anistia de 1978 impediu a punição. Na sentença de 2006, a Corte IDH cunhou expressamente uma doutrina fundamental.

ARGUMENTAÇÃO ACOLHIDA PELA CORTE

Controle de Convencionalidade — O Judiciário nacional deve exercer "controle de convencionalidade" ex officio: deixar de aplicar leis internas (como autoanistias) contrárias à CADH e à interpretação da Corte IDH. Crimes contra a humanidade são imprescritíveis e não anistiáveis.

FUNDAMENTOS DA DECISÃO

Almonacid Arellano (2006) é o MARCO do controle de convencionalidade: juízes nacionais devem aplicar a CADH e a jurisprudência da Corte IDH, afastando leis internas incompatíveis. Execução em contexto sistemático = crime contra a humanidade!

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