Acosta e outros (2017)

Nicarágua2017defensores-dh

Corte IDH — Caso contencioso · Nicarágua · Sentença: 2017 · Macrotema: Defensores de DH e violência no campo · Resumo gerado por IA.

→ Tese fixada · → Dispositivos · → Fatos · → Argumentação acolhida · → Fundamentos

TESE FIXADA

Assassinato do marido de defensora de direitos humanos; investigação sem diligência que criminalizou a vítima; efeito intimidador.

DISPOSITIVOS E STANDARDS APLICADOS

  • Art. 8 CADH
  • Art. 25 CADH
  • Art. 5 CADH
  • Art. 1.1 CADH

OS FATOS

María Luisa Acosta, advogada de comunidades indígenas e afrodescendentes da costa caribenha, teve o marido assassinado em casa. A investigação descartou depressa os suspeitos com interesses contrários ao seu trabalho — e chegou a acusar a própria advogada.

ARGUMENTAÇÃO ACOLHIDA PELA CORTE

Investigar todas as hipóteses com seriedade — Quando a vítima orbita o trabalho de quem defende direitos, a investigação deve explorar com diligência a hipótese de represália — descartá-la de pronto e voltar a acusação contra a própria defensora viola as garantias e revitimiza quem já perdeu.

FUNDAMENTOS DA DECISÃO

A Corte encontrou falhas graves de diligência e independência — e sublinhou o efeito intimidador que a impunidade lança sobre quem defende direitos.

LEGISLAREI · Criado por @defensorarei. Conteúdo legal proveniente de planalto.gov.br